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O homem que “nunca fica doente”
SAÚDE DO HOMEM

O homem que “nunca fica doente”

Às vezes, o problema não é a ausência de doença. É ausência de informação. Existe uma frase que muita gente já ouviu: “Eu quase nunca vou ao médico. Nunca fico doente.” Ela costuma aparecer como uma espécie de prova de boa saúde. Nem sempre é. Há uma diferença importante entre não ter uma doença conhecida e não saber que alguma coisa começou a mudar. Pressão arterial elevada não costuma avisar. Colesterol alto também não. Diabetes pode evoluir durante bastante tempo sem produzir um sintoma capaz de interromper uma reunião, uma viagem ou um dia de trabalho. O corpo raramente manda um convite formal para a consulta. Esse talvez seja um dos pontos mais difíceis quando falamos de saúde do homem: muitas vezes, o cuidado só começa quando existe alguma coisa suficientemente concreta para justificar a interrupção da rotina.

05 de nov. de 20266 min de leitura
Dos exames aos dados: como acompanhar a saúde da mulher ao longo dos anos
saúde da mulher

Dos exames aos dados: como acompanhar a saúde da mulher ao longo dos anos

Um exame mostra um momento. O problema é que a vida continua depois dele. Existe uma cena muito comum em saúde. A pessoa faz o exame, recebe o resultado, escuta que está “tudo bem” e volta para a rotina. Meses depois, aquele resultado já perdeu importância. Anos depois, muitas vezes ninguém lembra mais onde ele está. Isso acontece com mamografia, exames laboratoriais, pressão arterial, peso, glicemia, colesterol. O dado existe, mas fica solto. E dado solto envelhece mal. Ao longo desta série, começamos falando de saúde mental. Depois, falamos do peso das escolhas, do tempo, das responsabilidades e de como a prevenção pode ser adiada sem que ninguém perceba muito bem quando isso aconteceu. Agora chegamos a outro ponto. Fazer o exame é importante. Acompanhar o que muda entre um exame e outro é ainda mais importante.

23 de out. de 20268 min de leitura
O exame é um momento. A saúde da mulher é uma história.
SAÚDE DA MULHER

O exame é um momento. A saúde da mulher é uma história.

No capítulo anterior, falamos sobre o custo de adiar a própria saúde. Agora talvez seja o momento de fazer outra pergunta: o que acontece depois que a mulher decide se cuidar? O Outubro Rosa tem um enorme mérito: todos os anos, coloca a prevenção do câncer de mama no centro da conversa. É um movimento necessário e importante. Mas a prevenção na saúde da mulher não começa na mama — e não termina depois da mamografia.

19 de out. de 20268 min de leitura
Outubro Rosa nas empresas: a saúde da mulher não muda de cor quando setembro termina
Saúde da mulher

Outubro Rosa nas empresas: a saúde da mulher não muda de cor quando setembro termina

Da saúde mental à prevenção: por que cuidar da saúde da mulher no trabalho é uma história que precisa ser acompanhada o ano inteiro Setembro termina. Outubro começa. O amarelo dá lugar ao rosa nas campanhas, nas empresas e nas redes sociais. Mas a saúde de uma mulher não muda de assunto quando o calendário vira a página. Talvez essa seja uma boa maneira de olhar para esses dois meses: não como campanhas independentes, mas como capítulos consecutivos da mesma história. No Setembro Amarelo, falamos mais sobre saúde mental, estresse, ansiedade, sobrecarga e qualidade de vida. No Outubro Rosa, o olhar tradicionalmente se volta para a prevenção, especialmente do câncer de mama e do câncer do colo do útero. Entre uma coisa e outra existe uma ponte importante: cuidar da saúde começa muito antes da doença.

09 de out. de 20268 min de leitura
Do amarelo ao rosa: por que a saúde mental precisa entrar na agenda da saúde da mulher
SAÚDE DA MULHER

Do amarelo ao rosa: por que a saúde mental precisa entrar na agenda da saúde da mulher

Para mulheres a partir dos 35 anos, trabalho, sobrecarga, mudanças hormonais e prevenção mostram que corpo e mente não podem ser tratados separadamente

02 de out. de 20266 min de leitura
Setembro Amarelo: cuidar também é perceber o outro
saúde

Setembro Amarelo: cuidar também é perceber o outro

Em um tempo de agendas cheias, metas urgentes e relações cada vez mais mediadas por telas, talvez uma das formas mais importantes de cuidado seja simplesmente não deixar o outro passar despercebido.

24 de set. de 20266 min de leitura
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